patriarca de igreja ortodoxa russaA Igreja Ortodoxa Russa conta com uma história de mais de mil anos. Segundo a lenda foi o Santo Apostolo Andrei Pervozvanniy que iniciou a era crista, pregando o Evangelho na região do Rio Dnieper, nas colinas de Kiev e abençoando a futura cidade de Kiev.
A difusão do cristianismo na Rússia foi influenciada pelos vizinhos: um grande estado cristão: o Império Bizantino. O Sul da Rússia foi famoso pela missão apostólica dos Santos Apostólicos Kirill e Metódio, os iluministas dos eslavos. No ano 954 foi convertida a princesa de Kiev Olga. A seguir foi o seu neto, o Príncipe Vladimir que quis igualmente receber o baptismo, e a partir do ano 988 o cristianismo espalhou-se por toda a Russia.


A Igreja Russa até a Invasão Mongol foi um das metrópoles do Patriarcado de Constantinopla. O Metropolita de Constantinopla era escolhido e consagrado pelo Patriarca de Constantinopla e era grego, no entanto em 1051 pela primeira vez foi nomeado o bispo russo Hilário para a cidade de Kiev, um dos mais ilustrados homens da sua época e conhecido escritor eclesiástico.
 Desde o séc. X começaram a ser construídos templos magníficos. No séc. XI apareceram os primeiros mosteiros.
Para os bolcheviques, que chegaram ao poder no ano 1917, a Igreja Ortodoxa Russa á partida representava o seu adversário ideológico. Foi por isso que muitos bispos, milhares de padres, monges, freiras e crentes foram massacrados sem piedade.
Após uma longa e fratricida Guerra Civil muitíssimas pessoas de fé ortodoxa viram-se obrigadas a emigrar e a Rússia perdeu a ligação com a Igreja.
Os emigrantes criaram a Igreja Russa no Exílio. Os dois ramos da Igreja Ortodoxa não se entenderam e ocorreu a cisão no mundo ortodoxo.


A unificação da Igreja Russa

No dia 17 de Maio de 2007 o Patriarca de Moscovo e de Toda a Rússia Alexiy II e o Metropolita Laurus, Patriarca da Igreja Ortodoxa Russa no Exílio assinaram uma acta que decretou a união canónica entre as duas igrejas russas.
Este acontecimento, pelo seu significado simbólico, só pode ser comparado ao enterro solene dos restos mortais da família do Imperador Nicolau II em São Petersburgo em 1998.
Segundo dizem os partidários da unificação, foi juridicamente superada a maior e a mais traumática cisão na sociedade russa, a cisão entre as igrejas «branca» e «vermelha».
A missa solene na Catedral do Cristo Salvador em Moscovo foi conduzida pelo Patriarca de Moscovo e de Toda a Rússia Alexiy II e o Metropolita Laurus, e as portas do Altar mantiveram-se abertas, podendo assim os crentes ver os dois hierarcas a receber e a comungar do mesmo copo, como um símbolo da nova união.
Após a união, a igreja russa torna-se em grande medida numa igreja internacional. Alem disso vai afirmando o seu estatuto como a mais numerosa igreja ortodoxa no mundo.
Sob a jurisdição de Moscovo ficarão os lugares santos cristãos, neste momento ainda controlados pela igreja estrangeira, como a famosa Igreja de Santa Maria Madalena no Monte das Oliveiras de Jerusalém ou o Templo de S. Alexandre Nevskiy, ao lado do Templo do Senhor com as únicas portas de Jerusalém que existem desde o tempo de Jesus Cristo.

 


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